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Mapa
de Utopia
por Ambrosius Holbein
para a edição da Utopia de
Thomas More de 1518
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Cindy
Sherman, s/t, 1992
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Martinho
Costa, A Cidade, 2007 Óleo s/tela, 180x250cm
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Alexandra
do Carmo, entrevista
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Alexandra
do Carmo, interview
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- «Thomas
More após as vanguardas do início do século
XX»
Autoria:
Ivo Braz
Pensar
as vanguardas históricas é pensar o conceito de
utopia, o que nos conduz directamente a Thomas More.
Encontramos uma interpretação interessante da utopia
moreana em Francois Choay. A leitura, proposta por esta
autora, parte de um primeiro paradoxo entre a etimologia do não-lugar
e a sua interpretação como proposta de
um modelo espacial...
- «Crise
do Corpo / crise do humano: da «carne» ao Cyborg»
Autoria:
Bruno Marques
Introdução
1.
O Espelho - lugar de especulação e conhecimento
da identidade do sujeito moderno.
2. Pós-guerra: a crise da Representação e
a consequente resposta «indiciática» da marca
do corpo
3. Anos 60/70: o regresso obsessivo da «carne» como
desejo pelo «real».
4. Da «carne» ao écran e ao maquinal: o pós-humano
- «Notas
sobre a série Völkerwanderung (Deambulação dos povos)»
Autoria:
Bruno Marques
Integrada
na nobre "Pintura de História" - o grand genre segundo a hierarquia académica formalizada
no século XVII -, a cena de batalha serviu, desde a Antiguidade, de monumento comemorativo para
narrar, com dimensao épica, as sagas militares factuais e míticas travadas pelos povos contemporâneos
e ancestrais. Tal temática era tida em elevada consideração na medida em que exortava a edificação
pública dos ideais civis mediante mensagens de índole moral e intelectual, invariavelmente veiculadas
com um forte pendor pedagógico e propagandístico.
- Alexandra do Carmo: 'The Steam Shop (or the
painter's studio)'
Da
expansão do atelier para uma abordagem antropológica
do lugar
Autoria:
Bruno Marques
Depois de uma série
de viragens fundamentais operadas nos anos sessenta e setenta do século XX,
nomeadamente com o Minimalismo, a Arte Conceptual, a Performance, a body
art e o site-specific - todas elas ainda geneticamente
estruturadoras de algumas das principais linhas de acção da arte contemporânea
-, a instituição arte não pode ser mais definida apenas em termos espaciais
(atelier, galeria, museu etc.). A residência artística surge, neste contexto,
como um sintoma indelével dessa pequena letargia topológica ainda genericamente
persistente (ou entretanto ressurgida) na prática artística, ao apresentar-se
enquanto modalidade discursiva potencialmente alternativa, nómada e
“invasora” dos espaços institucionais.
- Alexandra do Carmo: The Steam Shop (or the painter’s
studio)
From the
expansion of the studio into an anthropological approach to place
Author:
Bruno Marques
After some
fundamental shifts in the 1960’s and 1970’s, namely Minimalism, Conceptual Art,
Performance, Body Art and Site- specific - all of which were the
basis on which some of the fundamental contemporary art movements were
structured – the art institution can not be defined solely in spatial
terms (studio, gallery, museum etc). As a symptom of a topological lethargy
still present (or having reappeared) in the artistic practice, artistic
residency emerges within this context, presenting itself as a potential alternative
discursive modality, nomadic and
‘invasive’ of institutional spaces.
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